terça-feira, 10 de março de 2026

La Llorona - Mulheres Que Correm Com os Lobos!


Um lamento que atravessa gerações!


Algumas histórias atravessam o tempo porque carregam algo que toca profundamente a alma humana.

Entre rios, noites silenciosas e antigos povoados da América Latina, existe um conto que ecoa há muitas gerações.

Uma história sobre um lamento que atravessa a escuridão, sobre uma presença misteriosa que muitos dizem ouvir próximo às águas.

Alguns a temem.
Outros a enxergam como um símbolo de dor, perda e emoções que nunca encontraram espaço para serem escutadas.

Quem é essa figura?
O que realmente está por trás desse lamento que atravessa séculos?

Histórias como essa não falam apenas de mistério.
Elas carregam símbolos profundos sobre a experiência humana, especialmente sobre o universo emocional feminino.

 É sobre isso que vamos conversar na próxima Roda de Mulheres, onde vamos escutar esse conto com um olhar simbólico e terapêutico.

Porque algumas histórias não existem apenas para assustar…
Elas existem para nos fazer refletir sobre nós mesmas.

🌿 Se você sentir o chamado para viver essa experiência,

entre em contato pelo WhatsApp 31-991223190 para receber as informações da roda.

🌿 Com carinho,

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segunda-feira, 9 de março de 2026

La Llrona _ Mulheres Que Correm Com os Lobos!





Algumas histórias atravessam gerações porque falam de algo que reconhecemos dentro de nós.

Manon des Sources, obra de Marcel Pagnol, é uma dessas narrativas poderosas.

A história se passa em uma pequena aldeia da Provença, onde a vida simples da comunidade esconde uma grande injustiça. Um segredo enterrado no passado mudou o destino de uma família e secou não apenas uma fonte de água, mas também a verdade.

Durante anos, o silêncio protegeu os culpados.

Até que surge Manon.

Uma jovem que vive em profunda conexão com a natureza e que, ao descobrir o que aconteceu com seu pai, decide confrontar a realidade que todos preferiram ignorar.

A força dessa história não está apenas no enredo, mas no simbolismo que ela carrega.

fonte escondida representa aquilo que é ocultado dentro da psique humana.
As mentiras coletivas simbolizam pactos silenciosos que muitas vezes sustentam estruturas injustas.
Manon surge como o arquétipo da mulher que desperta e rompe o silêncio.

Ela não apenas revela a verdade.
Ela obriga toda uma comunidade a olhar para si mesma.

Essa história nos convida a refletir:

Quantas vezes preferimos não ver?
Quantas verdades ficam escondidas dentro das nossas próprias histórias familiares ou emocionais?

Assim como a água da fonte que foi bloqueada, a verdade pode ser represada por um tempo.
Mas quando encontra passagem, ela retorna — trazendo transformação.

É por isso que histórias como essa são tão potentes quando trabalhadas em processos terapêuticos e rodas de mulheres.

Elas não falam apenas de personagens.
Elas falam de nós.

 Em breve, essa história será vivenciada em nossa Roda de Mulheres, um espaço terapêutico de escuta, reflexão e conexão com os arquétipos femininos presentes nos contos.

Durante o encontro, vamos mergulhar nos símbolos dessa narrativa, refletir sobre suas mensagens e permitir que cada mulher reconheça aquilo que essa história desperta em sua própria jornada.

Se você sentir o chamado para participar dessa experiência,
entre em contato pelo WhatsApp 31-99122-3190 para receber mais informações!
Horário de 15:30
Valor de $47,00 pagos para se inscrever no evento.

Será um encontro de partilha, consciência e transformação. Venha para essa Roda incrível! Não fique fora dessa.

🌹

🌊 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-99122-3190.

🌿 Com carinho,

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domingo, 8 de março de 2026

Dia Internacional da Mulher - Mulheres Que Correm Com os Lobos!




A Mulher que Retorna a Si

O Dia Internacional da Mulher não é apenas sobre força.
É sobre consciência.

Ser mulher não é ser incansável. Não é suportar tudo em silêncio. Não é ser perfeita ou dar conta de tudo. Ser mulher é viver ciclos — e honrar cada um deles.

Há momentos de expansão e momentos de recolhimento. Há fases de luz e fases de sombra. Há perdas, quedas, lutos e recomeços. O feminino não é linear. Ele é profundo como as águas.

Ao longo da história, muitas mulheres foram ensinadas a silenciar suas emoções, a minimizar sua intuição e a duvidar de sua própria voz interna. E quando uma mulher se desconecta de si para ser aceita, algo dentro dela começa a secar.

Mas há sempre um chamado de retorno.

Retornar a si é lembrar da própria intuição. É reconhecer a própria dor sem culpa. É entender que sentir não é fraqueza. É integrar sombra e luz sem se abandonar.

No conto de La Llorona, vemos a imagem da mulher que chora às margens do rio. Por trás da lenda, existe um arquétipo profundo: a mulher que perdeu algo essencial e precisa enfrentar suas águas internas para se reencontrar. Esse arquétipo não fala apenas de dor, mas de consciência.

Toda mulher que atravessa suas águas retorna diferente. Mais lúcida. Mais inteira. Mais conectada com sua verdade.

Neste Dia Internacional da Mulher, que possamos honrar não apenas a mulher forte, mas a mulher consciente. A mulher que sente. A mulher que se permite recomeçar. A mulher que escolhe não se abandonar.

E se você deseja mergulhar mais profundamente nesse feminino ancestral, no sábado, 14 de março, às 15:30, acontecerá a Roda Virtual La Llorona, pela plataforma Meet.

Um encontro para olhar para as águas da alma com acolhimento, reflexão e integração simbólica.

Que você nunca se abandone para ser aceita.
Que você sempre encontre o caminho de volta para si.

🌹

🌊 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-99122-3190.

🌿 Com carinho,

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sábado, 7 de março de 2026

Semana da Mulher - Mulheres Que Correm Com os Lobos!





A Mulher em Travessia!


Há mulheres que estão florescendo.
Mas há mulheres que estão atravessando.

E atravessar também é sagrado.

Nem toda mulher está em fase de expansão. Algumas estão lidando com cansaço acumulado, decisões difíceis, despedidas silenciosas e cobranças internas que ninguém vê. Existe uma força muito romantizada quando falamos do feminino — a mulher forte, resiliente, guerreira — mas pouco se fala da mulher que simplesmente continua, mesmo quando se sente exausta.

Estamos nos aproximando do Dia Internacional da Mulher, e antes das flores e das homenagens, é importante lembrar da mulher real. A que sente medo. A que chora escondido. A que se pergunta se está fazendo o suficiente. A que, em algum momento da vida, se perdeu de si tentando ser tudo para todos.

Em muitos contos ancestrais, a mulher caminha às margens do rio. O rio representa o inconsciente, a emoção profunda, o campo da memória e da ancestralidade. Caminhar à beira do rio é estar entre o passado e o futuro, entre o que foi e o que ainda está por vir. É um território de transição.

Travessias não são punições. São portais.

Às vezes, a alma precisa desacelerar, sentir, chorar, reorganizar. A sociedade ensina a mulher a performar força, mas a psique pede integração. A mulher em travessia está reconstruindo algo dentro de si — mesmo que externamente pareça apenas silêncio.

Se você está nesse momento, respeite o processo. O rio não apressa suas águas, mas sempre encontra o caminho.

No sábado, dia 14 de março, às 15:30, realizarei pela plataforma Google Meet a Roda Virtual La Llorona. Será um espaço de acolhimento e reflexão sobre as águas internas do feminino — sobre dor, culpa, instinto, perda e renascimento.

Porque antes de florescer, toda mulher atravessa.

🌊 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-99122-3190.

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sexta-feira, 6 de março de 2026

Semana da Mulher - Mulheres Que Correm Com os Lobos!


A Mulher Selvagem Não Morreu!

Durante muito tempo disseram às mulheres que deveriam ser menos.

Menos intensas.
Menos intuitivas.
Menos questionadoras.
Menos profundas.
Menos “selvagens”.

Mas a Mulher Selvagem nunca morreu.

Ela apenas foi silenciada.

Clarissa Pinkola Estés descreve essa força como a essência instintiva feminina — aquela que sabe, antes mesmo da razão compreender. Aquela que sente perigo, que pressente caminhos, que cria vida, que se recompõe após a perda.

A Mulher Selvagem é aquela que sobreviveu às gerações, mesmo quando tentaram domesticá-la.

Ela está presente quando você escuta sua intuição.
Quando você diz não a algo que fere sua alma.
Quando você escolhe sair de uma relação que a diminui.
Quando você decide renascer, mesmo que isso doa.

Ela vive.

E talvez o maior chamado hoje seja lembrar que não precisamos nos encaixar para sermos aceitas. Precisamos nos reconectar para sermos inteiras.

No capítulo sobre La Llorona, vemos a imagem da mulher que chora pelas águas perdidas — e essa é também a imagem da Mulher Selvagem que deseja recuperar o rio interno.

Se você sente que algo dentro de você pede retorno ao instinto, ao feminino profundo, à sua natureza original…

Eu te convido para a Roda Virtual La Llorona, sábado, 14 de março às 15:30, pela plataforma Google Meet.

Será um espaço de reconexão, simbolismo e cura do feminino.

A Mulher Selvagem não morreu.
Ela espera ser lembrada.

🌿 Informações e inscrições no WhatsApp 31-99122-3190.

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quinta-feira, 5 de março de 2026

Semana da Mulher - Mulheres Que Correm Com os Lobos!


Não Somos Frágeis. Somos Cíclicas.

Há algo profundamente distorcido na forma como a sociedade interpreta o movimento feminino.

Chamam de instabilidade aquilo que é ciclo.
Chamam de fraqueza aquilo que é pausa.
Chamam de exagero aquilo que é intensidade.

Mas a mulher não é linear.

Ela é lua.
Ela é maré.
Ela é semente que dorme antes de florescer.

Em Mulheres que Correm com os Lobos, aprendemos que a alma feminina vive ciclos constantes de expansão e recolhimento. Há momentos de criação intensa e momentos de silêncio fértil.

Isso não é fragilidade.
É natureza.

A mulher que respeita seus ciclos não vive menor.
Ela vive inteira.

Ela sabe quando avançar.
Sabe quando parar.
Sabe quando dizer sim.
Sabe quando recolher o próprio fogo para protegê-lo.

Ser cíclica é honrar a própria biologia, a própria emoção, a própria espiritualidade.

E talvez o maior ato revolucionário hoje seja permitir-se sentir — sem culpa.

Se você sente que está em um momento de transição, se algo dentro de você está pedindo retorno às águas internas, ao silêncio, à escuta profunda

Eu te convido para a Roda Virtual La Llorona, no sábado, 14 de março às 15:30, pela plataforma Meet.

Vamos mergulhar juntas no arquétipo da mulher que chora pelas águas perdidas — e descobrir que o choro também é um portal de renascimento.

Não somos frágeis.
Somos cíclicas.
E é no ciclo que a alma se reorganiza.

🌙 Inscrições abertas. Informações pelo WhatsApp 31-99122-3190.

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quarta-feira, 4 de março de 2026

Semana da Mulher - Mulheres Que Correm Com os Lobos!


A Mulher que Sobreviveu!

Ela Sobreviveu. E Isso Já é Sagrado.

Existe uma narrativa muito difundida sobre o que é ser mulher.
A mulher forte. A mulher que dá conta. A mulher que aguenta. A mulher que supera.

Mas raramente falamos da mulher que simplesmente… sobreviveu.

Sobreviveu a silêncios que ninguém viu.
A noites mal dormidas.
A decepções que doeram fundo.
A perdas que deixaram marcas invisíveis.
A ciclos que precisaram terminar.

A mulher que sobreviveu não é a heroína idealizada.
Ela é a real.

A que teve medo e ainda assim continuou.
A que se sentiu pequena e mesmo assim não desistiu.
A que já pensou em parar… mas respirou fundo e seguiu.

Sobreviver é um ato profundamente espiritual.
Porque sobreviver é escolher continuar existindo, mesmo quando tudo dentro pede pausa.

Em Mulheres que Correm com os Lobos, Clarissa Pinkola Estés nos lembra que a psique feminina vive ciclos de vida–morte–vida. Cada queda não é o fim, é uma travessia. Cada inverno interno prepara uma nova primavera.

A mulher que sobreviveu carrega cicatrizes — e cicatriz é pele que aprendeu a se refazer.

Hoje, no Dia das Mulheres, eu não celebro a mulher perfeita.
Celebro a mulher que atravessou.

E talvez a maior pergunta não seja “o que você conquistou?”
Mas sim: “o que você superou em silêncio?”

Se você está em um momento de reconstrução, se sente que parte de você está atravessando um inverno emocional, saiba: você não está sozinha.

No sábado, dia 14 de março às 15:30, realizarei pela plataforma Google Meet a Roda Virtual La Llorona — um espaço seguro para olharmos para as águas perdidas, para o choro que ficou guardado, para a força que ainda vive dentro de cada mulher.

Porque sobreviver é sagrado.
Mas reencontrar a própria fonte é transformador.

🌿 Informações e inscrições pelo WhatsApp 31-99122-3190.

Com carinho,

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