A Mulher Selvagem Não Morreu!
Durante muito tempo disseram às mulheres que deveriam ser menos.
Mas a Mulher Selvagem nunca morreu.
Ela apenas foi silenciada.
Clarissa Pinkola Estés descreve essa força como a essência instintiva feminina — aquela que sabe, antes mesmo da razão compreender. Aquela que sente perigo, que pressente caminhos, que cria vida, que se recompõe após a perda.
A Mulher Selvagem é aquela que sobreviveu às gerações, mesmo quando tentaram domesticá-la.
Ela vive.
E talvez o maior chamado hoje seja lembrar que não precisamos nos encaixar para sermos aceitas. Precisamos nos reconectar para sermos inteiras.
No capítulo sobre La Llorona, vemos a imagem da mulher que chora pelas águas perdidas — e essa é também a imagem da Mulher Selvagem que deseja recuperar o rio interno.
Se você sente que algo dentro de você pede retorno ao instinto, ao feminino profundo, à sua natureza original…
Eu te convido para a Roda Virtual La Llorona, sábado, 14 de março às 15:30, pela plataforma Google Meet.
Será um espaço de reconexão, simbolismo e cura do feminino.
🌿 Informações e inscrições no WhatsApp 31-99122-3190.
🌿 Com carinho,
#mulheresquecorremcomoslobos #clarissapinkolaestés #autoconhecimento #curaemocional
#psicologiafeminina #arquétipofeminino#semanadamulher #vozinterna #desenvolvimentopessoal
#jornadainterior #terapiaparasmulheres #consciênciaemocional #rodademulheressabiasefortes #vivenciastransformadoras #bethcastrotarologa #contoterapia #autocuidadofeminino #autocuidado #lallrona #diainternacionaldamulher #amulherquesobreviveu #nãosomosfrágeis #somoscíclicas #amulherselvagemnãomorreu

Nenhum comentário:
Postar um comentário