sábado, 2 de agosto de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - Hoje a Roda Virtual - O Patinho Feio!







A Força Silenciosa de uma Roda de Mulheres:

 Um Reencontro com a Alma!


Não é apenas um conto. Não é teoria, nem aula, muito menos um evento passageiro. É uma vivência transformadora. Um momento em que o simbólico se faz presente, onde o invisível se revela, e o silêncio fala mais alto do que palavras.

Uma Roda de Mulheres Sábias & Fortes, é um espaço sagrado, um lugar seguro onde a magia do coletivo opera mesmo quando ninguém dirige a palavra especificamente a você. Ali, não é preciso performar, explicar ou se expor. Basta estar. Basta ouvir. Basta sentir. E, no meio desse fluxo, algo dentro de você se mexe — uma memória, uma emoção adormecida, um pedaço da sua história que ressurge através da fala de outra, de um gesto e de um olhar.

A contoterapia não oferece respostas prontas, mas espelhos simbólicos. Ela não exige que você desvele os seus segredos, apenas que se permita reconhecer-se nas narrativas que ecoam no círculo. É um convite gentil para acolher as suas dores e as suas forças, sem julgamento, sem pressa. Porque em Roda, \há um campo de troca onde todas são tocadas, cada uma a seu tempo, cada uma em sua profundidade.

Hoje, o tema é o Patinho Feio, mas o que verdadeiramente acontece é um reencontro com a criança que você foi, com a alma que às vezes se perde nos ruídos do mundo, com aquela parte sua que carregou a rejeição mas nunca deixou de existir. E quando essas camadas são reveladas, algo se transforma. Algo se integra. Algo desperta.

Se você sentiu o chamado e não pôde estar nessa Roda de hoje, saiba que a próxima roda já está sendo tecida nos fios do inconsciente. Ela se chamará O Corpo Jubiloso – A Mulher Borboleta, porque a metamorfose não para. O voo é contínuo, e o convite permanece aberto para quem deseja mergulhar nesse movimento de autoconhecimento e cura.

Com Carinho, Beth Castro💖

Guardiã de Vivências Transformadoras.

quinta-feira, 31 de julho de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - O Patinho Feio!










Quando o Ninho Não Acolhe - O Sofrimento de Não Pertencer!


Nem todo sofrimento começa na vida adulta. Para alguns, a dor começa no berço. Ou melhor, no ninho.

Desde os primeiros instantes, algumas pessoas se sentem deslocadas. Elas crescem em ambientes onde o amor é condicional, os olhares são julgadores e a diferença é tratada como defeito.

Assim como o patinho feio, são crianças que percebem que “algo está fora do lugar” — mas esse algo, dizem, são elas mesmas.

Os seus jeitos são "estranhos", os seus gostos são "exagerados", a sua sensibilidade é "drama".
E o que poderia ser afeto, vira silêncio.
O que poderia ser apoio, vira cobrança.
O que poderia ser acolhimento, vira invisibilidade.

Esse é o tipo de dor que não deixa cicatriz aparente — mas molda a forma como a pessoa se vê e se sente no mundo.
Ela aprende a se esconder para ser aceita.
A tentar se encaixar onde não cabe.
A duvidar da própria essência.

E muitas vezes, como o patinho, ela escolhe ir embora.

Não por rebeldia. Mas porque o lugar onde nasceu nunca foi realmente um lar. Então ela parte, buscando o seu lugar no mundo.
Mas o caminho também é duro: a diferença, quando não compreendida, pode ser rejeitada em todos os lugares.

E aí nasce a solidão profunda de quem já tentou todos os espelhos e ainda assim não se reconheceu em nenhum.

Mas o conto não termina aí.´ A beleza dessa jornada está no momento em que, exausto de se adaptar, o patinho descansa.
Ele para de fugir de si.
E ao olhar para a água — não qualquer água, mas o lago certo — ele se vê. Inteiro.
E finalmente entende: nunca foi um pato.
Era um cisne o tempo todo.

Esse é o instante simbólico do reencontro com a essência.
O momento em que entendemos que o problema nunca foi sermos quem somos, mas sim os moldes onde tentaram nos encaixar.

E é por isso que, para muitos de nós, o verdadeiro pertencimento só acontece depois do exílio.
Porque é só depois de tanto não caber que reconhecemos onde realmente florescemos.

E às vezes, só às vezes… o nosso lago nos encontra quando paramos de nos diminuir.

🌿 Se essa história toca algo em você, talvez ainda exista um cisne aí dentro — só esperando o reflexo certo para se lembrar. Venha descobrir mais sobre você na Roda Virtual do dia 02 de agosto às 15 horas num sábado pela plataforma do Meet. Inscrições somente pelo WhatsApp 3199122-3190, garanta sua vaga.

Com Carinho, Beth Castro 💖
Guardiã de Vivências Transformadoras.

terça-feira, 29 de julho de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - O Patinho Feio!







✨ O Lago dos Espelhos: 
O Reflexo Que Mostra Verdadeiramente a Alma Selvagem!

Inspirado no conto O Patinho Feio, do Livro Mulheres que Correm com os Lobos de Clarissa Pinkola Estés.

Há um tipo de dor silenciosa que nasce quando olhamos para o espelho dos outros esperando encontrar o nosso verdadeiro rosto. E tudo o que vemos é inadequação.

É o que aconteceu com o patinho feio.
Ele não era feio. Não era errado.
Ele só nasceu em um ninho que não sabia reconhecê-lo.

🔍 A autora Clarissa nos ensina, que muitas mulheres — e almas sensíveis — crescem fora do “habitat natural da psique selvagem”. Vivem em ambientes onde a sua intuição, a sua criatividade ou a sua intensidade, são vistas como exagero, loucura ou egoísmo.

Assim como o patinho, essas mulheres são educadas a se encolher, a se calar, e a se ajustar.
Mas há um momento em que a alma não suporta mais esse exílio. Ela começa a buscar por águas profundas, onde possa se ver por inteira — não distorcida pelos julgamentos alheios, mas ampliada pela sua verdade interior.

🐚 Como pinguins no deserto ou corujas forçadas a voar ao meio-dia, cada ser fora de seu lugar natural sofre.
Mas quando retorna à sua natureza instintiva e selvagem, algo desperta: o reconhecimento. O pertencimento. A liberdade.

💡 Esse retorno não vem de fora.
Ele começa quando você para de se medir pela régua alheia e decide — com coragem — mergulhar em si.

✨ O espelho que te revela não está no olhar dos outros. Está no seu.

🌿 Está na lembrança de quem você sempre foi, antes do mundo dizer quem deveria ser.

📌 Se você já sentiu que a sua diferença era um defeito —  agora sabe que é a sua força! Venha descobrir mais sobre você na nossa Roda Virtual do dia 02 de agosto num sábado às 15 horas, pela plataforma do Meet. Garanta sua vaga no WhatsApp 3199122-3190. 
Com Carinho, Beth Castro 💖
Guardiã de Vivências Transformadoras. 

domingo, 27 de julho de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - O Patinho Feio!








O Patinho Feio e o Inverno Emocional!

Há uma estação dentro de nós que não segue o calendário. Chama-se inverno emocional – que são aqueles períodos em que a vida parece desbotada, o coração bate devagar e até os dias mais ensolarados são vividos em preto e branco.

O conto do patinho feio é a metáfora perfeita para esse processo. Enquanto o mundo celebrava o calor dos lagos, ele enfrentava o gelo da rejeição. O frio externo era nada perto do que ele sentia por dentro.

O Congelamento Emocional!

Muitos de nós já nos sentimos assim:

  • Isolados, como o patinho que não se encaixava.
  • Paralisados, diante de um lago congelado de indecisão.
  • Protegidos (e sufocados) por camadas de gelo emocional.

Mas eis a verdade que o conto nos ensina: o inverno não é um acidente, é um processo de autoconhecimento.

A Metamorfose Escondida!

Na natureza, o gelo expande rachaduras para que novas plantas brotem. Nas borboletas, o casulo apertado é necessário para que as asas se fortaleçam. E em nós? O frio que dói é o mesmo que nos ensina a gerar o nosso próprio calor.

O patinho não virou cisne apesar do inverno – virou por causa dele.

E Agora? Como Derreter o Gelo?

Se você está passando por seu próprio inverno emocional, aqui estão alguns passos para começar a transformação:

  1. Reconheça o seu valor (mesmo que os outros ainda não vejam).
  2. Saia do modo sobrevivência – respire e permita-se sentir.
  3. Busque apoio terapêutico – histórias de quem já passou por isso podem iluminar o seu caminho.

🦢 E te pergunto:- Você já se sentiu travada, como o patinho feio no gelo? Aquela sensação de não pertencer, de duvidar do seu valor ou até de "congelar" emocionalmente? Se a resposta é sim, é o momento de voar para dentro da nossa Roda Virtual que acontecerá do dia 2 de agosto, num sábado, às 15h, vamos trabalhar juntas para:

✔ Identificar o que te paralisa (medos, críticas internas, autossabotagem).
✔ Como usar as suas cicatrizes como combustível (sim, o inverno te preparou para voar mais alto).

 ✔ Meditação Guiada.

O inverno não dura para sempre. E quando a primavera chegar, você estará mais forte, mais consciente e pronta para voar. Venha! Vagas limitadas! Entre em contato pelo número de WhatsApp 31-99122-3190 para se inscrever e garantir a sua vaga!

Com Carinho, Beth Castro💖

Guardiã de Vivências Transformadoras.

sábado, 26 de julho de 2025

Mulheres Que Correm Com os Lobos - O Patinho Feio!







O Patinho Feio:

 Quando o Deslocamento É o Caminho de Volta Para Si!

Existem histórias que atravessam o tempo não por serem infantis, mas por serem universais. O conto do Patinho Feio é uma dessas histórias. Este conto fala de rejeição, de inadequação e de dor, mas também de renascimento, de autoaceitação e de beleza. E mais do que isso: ele fala de nós.

Muitos de nós crescemos ouvindo que éramos "demais" ou "de menos". Demasiado sensíveis. Pouco sociáveis. Muito intensos. Muito esquisitos. Muito distraídos. Pouco obedientes, ou simplesmente diferentes demais para se encaixar. E então, como o patinho, fomos tentando caber, nos moldar e nos calar. Mas quanto mais tentamos ser como os outros, mais longe ficamos de nós mesmos.

O patinho não era feio — ele só estava no lugar errado, cercado de olhares que não sabiam nomear a sua beleza. Assim como tantas pessoas que vivem em ambientes onde a sua luz é confundida com erro. Onde a sua essência é tratada como um defeito. Onde o silêncio e a crítica ocupam o espaço do amor.

Esse deslocamento, tão doloroso, às vezes é o início de um outro caminho. Um caminho de busca, de coragem e de travessia. O patinho teve que se afastar. Precisou vagar sozinho, ser ferido, chorar e resistir. E nesse processo, algo foi se transformando. Não em sua forma — mas em sua consciência.

A beleza do conto está no instante em que ele se reconhece cisne. Quando ele para de olhar para si pelos olhos dos outros e começa a se ver com verdade. Esse momento é o que nos cura.

Quantos adultos carregam até hoje a dor de terem sido patinhos feios em suas próprias famílias, escolas ou relacionamentos? Quantas crianças internas seguem escondidas, esperando que alguém as enxergue com amor?

Essa história não nos ensina a nos tornarmos algo novo, mas a nos reconhecermos no que sempre fomos.

Deslocar-se nem sempre é fraqueza. Muitas vezes, é o único caminho possível para reencontrar um lugar onde possamos ser inteiros, onde não precisamos nos encolher para caber. É no deslocamento que entendemos que não somos errados — só estávamos em terra estranha.

E quando nos reconhecemos, tudo muda. As asas crescem. A dor faz sentido. O lago aparece.

A verdadeira transformação acontece quando a crítica dá lugar à empatia. Quando aprendemos a acolher em nós aquilo que tentaram apagar. Quando paramos de esperar aprovação e começamos a oferecer amor.

Essa é a proposta: que possamos olhar para o outro com mais compaixão e para nós mesmos com mais delicadeza. Que saibamos identificar o julgamento disfarçado de cuidado, e que tenhamos a coragem de nos afastar de onde não há lugar para a nossa verdade.

Porque no fundo, ninguém é feio. Só não foi reconhecido ainda por quem sabe ver.

E se você se sentiu deslocado a vida inteira, talvez não esteja quebrado. Talvez só esteja esperando o seu lago. O seu reflexo. O seu reencontro.

Na minha Roda Virtual do Livro Mulheres Que Correm Com os Lobos - O Conto do Patinho Feio, iremos falar sobre:
✨ Aceitar o que você é (antes de tentar ser o que esperam),
✨ Respeitar a sua jornada (mesmo que ninguém a entenda),
✨ Criar seu próprio lago (onde a sua diferença vira beleza).

Você não precisa se encolher para caber onde não lhe pertence.

🦢 O primeiro passo para voar é sair do lugar que insiste em te chamar de pato.

Venha para essa Roda Virtual pelo Meet, que será no sábado dia 02 de agosto às 15 horas, só chamar no WhatsApp 31-99122-3190 para se inscrever.

Com Carinho, Beth Castro. 💖

Guardiã de Vivências Transformadoras.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Festa Junina!


 

Festa Junina no CRPI – Bairro Dom Cabral!

No último arraiá do CRPI, no Bairro Dom Cabral, vivemos momentos de pura alegria e encantamento! Em meio a bandeirinhas coloridas, música boa e comidas típicas, tivemos a honra de nos apresentar e compartilhar sorrisos com todos. Foi uma tarde cheia de afeto, dança, união e calor humano — como toda boa festa junina deve ser. Que essa energia nos acompanhe o ano inteiro!

Com Carinho, Beth Castro. 💖

Guardiã de Vivencias Transformadoras.

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Palavras São Sementes!








"As palavras são sementes: o que você tem semeado?"

Há um poder invisível e, ao mesmo tempo, imensurável em cada palavra que pronunciamos, escrevemos ou mesmo pensamos. Elas não são apenas sons ou letras organizadas — são sementes. E como toda semente, carrega dentro de si o potencial de gerar vida... ou destruição.

Você já parou para observar um dente-de-leão? Aquela flor delicada que, ao menor sopro, libera as suas sementinhas ao vento, espalhando-as sem controle. Assim são as nossas palavras: uma vez lançadas, não há como recolhê-las. Elas voam, encontram solo fértil na mente e no coração de quem as recebe e, lá, germinam.

Que jardim você está cultivando?

Algumas palavras são como sementes de luz — nutrem, inspiram e curam. Um simples "você consegue" pode ser o impulso que alguém precisava para atravessar um deserto emocional. Um "eu te entendo" pode ser o abraço invisível que acalma uma alma solitária.

Por outro lado, há palavras que são como ervas daninhas: sufocam, intoxicam e deixam raízes profundas de dor. Uma crítica cruel, um julgamento precipitado, uma mentira disfarçada — tudo isso criam sombras onde poderia haver flores.

O solo da sua mente!

Antes de semear no mundo, observe o terreno da sua própria consciência. Que tipo de diálogo você cultiva em sua mente? As palavras que você direciona a si mesmo são compassivas ou destruidoras? Lembre-se: o que cresce dentro de você, inevitavelmente, transborda.

O vento leva, a terra recebe!

Assim como o dente-de-leão confia no vento para carregar as suas sementes, nós não temos controle sobre onde as nossas palavras vão parar. Mas temos total responsabilidade sobre o que lançamos ao universo.

Que suas palavras sejam como pétalas leves, levando esperança, cura e transformação. Que elas toquem corações e despertem o melhor em cada pessoa que as receber.

Pergunte-se hoje:
"O que minhas palavras estão cultivando no mundo?"

E se a resposta não for a que você deseja, lembre-se: sempre é tempo de começar a semear diferente.

🌱 Sopre amor. Espalhe luz. Colha transformação.

Com Carinho, Beth Castro 💖

Guardiã de Vivências Transformadoras.